Marketing Digital para E-commerce

Mais vendas com lucro para a sua loja virtual: Google Shopping, Meta Ads com catálogo, SEO de categorias e otimização de conversão, com foco em margem e não só em faturamento.

No e-commerce, tudo é medido, e mesmo assim muita loja não sabe se está ganhando ou perdendo dinheiro com anúncios. Um ROAS bonito no painel pode esconder frete subsidiado, cupons, devoluções e produtos de margem baixa. O marketing de uma loja virtual precisa olhar para a venda com lucro, não para o faturamento bruto.

A outra particularidade é a dependência das plataformas. Google Shopping, Performance Max e campanhas de catálogo da Meta funcionam muito bem, mas são tão boas quanto o feed de produtos que recebem e a página para onde mandam o cliente. Título do produto, fotos, preço competitivo, frete claro e um checkout sem atrito valem tanto quanto a campanha.

E tem a recompra: conquistar um cliente novo custa caro, e o lucro de verdade vem da segunda, terceira e quarta compra. Por isso, a estratégia inclui e-mail, WhatsApp e remarketing para a base, além da aquisição.

O que trava o crescimento das lojas virtuais

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ROAS que não vira lucro

Campanhas otimizadas só para faturamento empurram produtos de baixa margem e promoções. A loja vende mais e lucra menos.

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Feed de produtos mal feito

Títulos genéricos, fotos fracas e atributos faltando fazem o Google Shopping e a Meta mostrarem os produtos para as pessoas erradas, ou nem mostrarem.

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Carrinho abandonado e baixa conversão

Frete caro descoberto no fim, checkout longo e site lento no celular derrubam a taxa de conversão, e cada visita perdida foi paga.

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Concorrência com marketplaces

Mercado Livre, Shopee e Amazon disputam as mesmas buscas. A loja própria precisa de motivos claros para o cliente comprar direto.

Como cada serviço trabalha para a sua loja virtual

Nem todo canal faz sentido para todo negócio. Veja onde cada serviço entra na estratégia de lojas virtuais.

Google Ads para lojas virtuais

Google Shopping e Performance Max com o feed otimizado (títulos com o termo que o cliente pesquisa, atributos completos, imagens limpas), separação dos produtos por margem e desempenho e campanhas de pesquisa para a marca e para as categorias mais rentáveis.

Ver Google Ads →

Meta Ads para lojas virtuais

Campanhas de catálogo com anúncios dinâmicos, criativos em vídeo para prospecção e remarketing para quem viu o produto ou abandonou o carrinho. Testamos criativos de forma contínua, porque na Meta o criativo é a principal alavanca de resultado.

Ver Meta Ads →

SEO para lojas virtuais

SEO técnico para lojas (velocidade, indexação de filtros, dados estruturados de produto) e otimização das páginas de categoria, que são as que mais trazem tráfego orgânico de compra. Conteúdo de guia de compra ajuda a capturar quem ainda está pesquisando.

Ver SEO →

Criação de Sites para lojas virtuais

Otimização de conversão (CRO): página de produto com fotos, medidas e prova social, frete calculado cedo, checkout curto e site rápido no celular. Pequenas melhorias na taxa de conversão reduzem o custo de todas as campanhas.

Ver Criação de Sites →

Social Media para lojas virtuais

Conteúdo que mostra o produto em uso, lançamentos, bastidores e clientes reais. Para lojas de nicho, o Instagram e o TikTok constroem uma comunidade que compra de novo e que serve de fonte de criativos para os anúncios.

Ver Social Media →

Tráfego Pago para lojas virtuais

Gestão integrada de Google, Meta e canais da base (e-mail e WhatsApp) com uma métrica única de lucro: custo de mídia, margem, frete e devoluções entram na conta. A verba vai para os produtos e canais que realmente deixam dinheiro no caixa.

Ver Tráfego Pago →

E-commerce para lojas virtuais

Estruturação da operação de vendas online: escolha e configuração da plataforma, integração com ERP e marketplaces, régua de e-mails (boas-vindas, carrinho abandonado, recompra) e indicadores de recompra e valor do cliente ao longo do tempo.

Ver E-commerce →

Regras do comércio eletrônico que afetam o marketing

O que levamos em conta antes de publicar qualquer anúncio

  • Decreto 7.962/2013. A loja deve informar de forma clara razão social, CNPJ, endereço, características do produto, preço total com frete e condições de entrega. Isso também é exigido pelas políticas do Google Merchant Center.
  • Direito de arrependimento. O Código de Defesa do Consumidor (art. 49) garante 7 dias para desistir de compras feitas fora da loja física. A política de troca e devolução deve estar visível no site.
  • Preço e promoção verdadeiros. Preço "de/por" inflado e promoção falsa são publicidade enganosa (CDC, art. 37) e motivo de reprovação no Google Shopping, que confere o preço do feed com o da página.
  • Categorias restritas. Suplementos, cosméticos com alegações de saúde, bebidas alcoólicas e outros produtos têm regras próprias da ANVISA e das plataformas.
  • LGPD e cookies. E-mail marketing, WhatsApp e rastreamento de visitantes precisam de base legal e, quando for o caso, consentimento. Isso também afeta a qualidade dos dados das campanhas.
Este conteúdo é informativo e não substitui orientação jurídica ou do seu conselho profissional.

Os números que acompanhamos num e-commerce

  • ROAS e margem de contribuiçãoRetorno sobre a mídia, olhando a margem dos produtos vendidos e não só o faturamento.
  • Custo de aquisição de cliente (CAC)Quanto custou cada cliente novo, separado dos clientes que voltaram a comprar.
  • Taxa de conversãoQuantas visitas viram pedido, por dispositivo e por canal.
  • Ticket médioValor médio por pedido e o efeito de kits, frete grátis acima de um valor e ofertas complementares.
  • Taxa de recompraQuantos clientes compram de novo em 90 e 180 dias.
  • Abandono de carrinhoQuantos carrinhos não viram compra e quanto as mensagens de recuperação recuperam.

E-commerce de roupas esportivas aumenta o faturamento em 3x

Reescrevemos os títulos e atributos dos produtos e implementamos Performance Max para capturar clientes de alta intenção nas buscas locais e nacionais.

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Perguntas frequentes de lojas virtuais

Os dois se complementam. O Google Shopping captura quem já está procurando o produto e costuma ter conversão maior. A Meta cria demanda, apresenta a loja para quem ainda não a conhece e recupera visitantes com anúncios dinâmicos. A divisão ideal da verba depende do produto, do ticket e da margem.
Porque o ROAS mede faturamento, não lucro. Frete subsidiado, cupons, devoluções, taxas de pagamento e produtos de margem baixa podem consumir todo o retorno. Calculamos o ROAS mínimo de cada produto ou categoria com base na margem real e otimizamos as campanhas para ele.
Sim, como complemento. No marketplace, o cliente é do marketplace e você paga comissão em toda venda. Na loja própria, você constrói a sua base de clientes, controla a experiência e vende de novo sem pagar comissão. A estratégia costuma usar o marketplace para volume e a loja para margem e recompra.
Campanhas de Shopping e de catálogo geram vendas desde as primeiras semanas, mas o aprendizado dos algoritmos e os ajustes de feed levam de 30 a 60 dias para estabilizar o resultado. SEO de categorias é de médio prazo, de 3 a 6 meses.
Sim. Trabalhamos com as principais plataformas do mercado, como Shopify, Nuvemshop, Tray, VTEX, WooCommerce e Loja Integrada, e atendemos lojas de todo o Brasil de forma remota.

Atendemos lojas virtuais em todo o Brasil de forma remota. Em Porto Alegre e na Região Metropolitana (Canoas, Gravataí, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Cachoeirinha e demais cidades), também fazemos reuniões presenciais.

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